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d'artagnan juris

Ano III - Nº 28 janeiro 2002.

MACEIÓ-ALagoas 
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POEMAS - Trilhas solitárias e sombrias (ASG)

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Ah! Como deveras é triste esta vida,
vida ceifada de amor, de carinho, de amigos...
Distantes todos esses objetos de desejo.
Como há de poder viver assim um homem? 

Sinto que é quase impossível.
Que vida essa!
Como a pude criar para mim?
Por quê? Para que?

Eu queria não mais me sentir assim, 
Ah! Como seria doce esse desejo,
quão maravilhoso poderia ser a minha vida.
Entretanto hoje envereda-se por trilhas solitárias e sombrias.

Só, esquecido e caminhando sem destino,
assim estou hoje depois do choque de outrora.
Infeliz ou não,
terei de seguir por este caminho que eu mesmo escolhi.

Se o escolhido foi sofrer,
terei então de sofrer,
sofrer a dor mais vil,
o castigo mais árduo.

Que sejam contínuos,
pois a dor que me abriga o coração é mais horrenda que qualquer destes,
na ânsia de ter tal sentimento esquecido,
busco a conformidade com essa paisagem:
fria; sombria; solitária. Digna de um homem como eu...

(Alessandro Samartin de Gouveia) 25/11/2000