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d'artagnan juris

Ano III - Nº 28 janeiro 2002.

MACEIÓ-ALagoas 
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POEMAS - Amor de um cativo (ASG)

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Estou só na cama,
Fico olhando o teto,
Imagens, dela, o tempo todo...
O meu inconsciente reflete tormento.

Fixo o olhar, procuro ouvir o meu coração,
Sinto ele borbulhar,
Pego-me a viajar nas lembranças,
Pareço até morto-vivo...

Estirado aqui neste colchão,
Aprisionado neste quarto,
Palco de minha ilusão,
Estou morrendo de saudades neste cárcere.

Meus olhos percorrem os cantos,
Vislumbro sua presença,
Imagino o porquê de estarmos afastados,
Sinto falta dessa mulher...

Respiro fundo, meu coração aperta,
A falta dela machuca a minha existência,
A luta com essa emoção parece eterna,
Na busca pelo fim dessa guerra perco a paciência.

Essa solidão faz com que prefira morte à vida,
Faz com que aumente o corte,
Que não me conforme com o destino,
Com minha sorte, com minha desgraça de amar...

Amar quem o destino não me reservou,
Destino, Ah! És cruel, por quê?
Por que comigo? Comigo amante à antiga,
Último dos apaixonados? Não, não comigo, destino.
Dai-me a chance de amar.

Alessandro Samartin de Gouveia – 26/06/2000