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d'artagnan juris

Ano III - Nº 28 janeiro 2002.

MACEIÓ-ALagoas 
BRASIL

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POEMAS - Sonhos (ASC)

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Não sou do hoje,
Fui feito para a eternidade.
Busco horizontes distantes,
Da cor do infinito.

Tenho desejos de distância,
Todas elas a serem percorridas.
Avanço para mundos altaneiros,
Nem por isso mais bonitos.

Meu rosto é marcado,
Em tintas rubras de lágrimas.
Há vôos que pássaros não alcançam,
Esses que por vezes gostaria de ser.

Risos e alegria são alimentos,
Dos quais desnutrido me encontro.
Há no meu peito esperança,
De amor e sonhos, os quais não mais julgava ter.

Vivo, pois, de esperanças tardias,
Que bem poderiam estar há muito comigo.
Esperava o que de há muito deveria possuir,
E perdi-o sem nem ao menos tê-lo tido.

Minha vida era uma fenda aberta,
Inundada por dolorosa angústia.
Que eu possa sonhar com outros horizontes,
Agora que me encontro acrisolado em tábuas sacrificiais.

Adriano Soares da Costa (21.09.99)