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d'artagnan juris

Ano III - Nº 28 janeiro 2002.

MACEIÓ-ALagoas 
BRASIL

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POEMAS - Olhando a imensidão do mar  (ASC)

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E o que me diz o mar assim,
De um azul tão imenso que atormenta?
E o que me diz se nele sucumbo,
Ante sua profundidade imponente?

Minha vida não tema dimensão do mar,
Nem os horizontes que nele busco em mim.
Embora meus olhos reflitam suas cores,
Se perdem eles diante de sua eloqüência.

Queria, ao menos, ser um rio sem curvas sinuosas,
Cuja caminhada não possuísse grandes desafios.
Quem sabe sem perder-me aprender
A sonhar leitos mais intensos e pretensiosos.

Julgo-me às vezes cansado, como marolas sem forças.
Vejo-me por vezes indo e vindo,
Em um ritmo monocórdio e sem vida,
Como o mar cansado de seu próprio peso.

E se tantas vezes me desbasto e angustio,
É porque com o mar não aprendi a ser impetuoso,
Abrindo os caminhos por onde passar,
Quebrando os rochedos que me detêm.

Adriano Soares da Costa