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d'artagnan juris

Ano III - Nº 28 janeiro 2002.

MACEIÓ-ALagoas 
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POEMAS - Divina Força Feminina (JFG)

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A força é feminina!
Falo da força singela,
Aquela pura, simples e bela.
Assim como, também, da beleza
Afinal, como quase tudo na natureza.
Se vê na fêmea e na moça-menina,
Ela, mulher, tênue fortaleza.
Que, assim, descortina sua sina
Não o tênue de fraqueza
E sim o de delgada sutileza

Ah! A própria mãe natureza
Tem na sua íntima essência
Quase tudo que prova a ciência
Reúne tudo com tanta beleza
Bondade, suavidade, caridade
Meiguice e fortaleza
Que desabrocham na puberdade
De uma jovem linda princesa,
Que se realiza na maturidade
E, nela, com a maternidade.

A ternura, a paciência
A força, a vida, a terra
Como se vê, são palavras fêmeas,
Ou seja, são do gênero feminino
Bonomia, clemência,
Virtude e paciência
Quase tudo inspira bondade
Tem em si uma símile identidade
Quando não aparência, no mínimo
São quase almas gêmeas.

Busca o homem, desde a antigüidade,
Encontrar não só a liberdade
Mas também a justiça e igualdade
Numa vida em fraternidade.
E, se possível ter, a felicidade
De viver em paz e em harmonia 
Com muita saúde e muita alegria
De preferência, por toda eternidade.
Seja na fazenda ou na cidade.

Nas galáxias, a via-láctea, à noite um brilho incandescente: a estrela cadente cortou a escuridão rumo ao oriente,
Deixando a José e Maria contentes
Além delas, as estrelas, a noite e a lua,
A água, a relva, a floresta e cachoeira
Testemunharam Maria, na cocheira,
Suada, cansada, exultante e seminua
Cheia de alegria, que felicidade!
Por sentir o prazer da maternidade.
Jovem mãe, formosa mulher
Estava radiante ao lado de José.

Através dela, e não dela, veio à luz
O Menino-Homem, Filho do carpinteiro
E, do mundo, se tornou o Luzeiro:
Seu amado filho chamado Jesus!
Que sabia desde menino
Que amargo seria seu destino
De expirar sua vida na cruz.

Tendo expiado na cruz,
Nos mostrou a todos, Jesus!
Inclusive à inconsolada Maria,
Que a morte não existia,
Ressurgindo ao terceiro dia,
Provando ser uma verdade
O espírito e sua eternidade.
E, com a Sua Ressurreição,
Deu-se nossa salvação!
Provando nossa espiritualidade

E, não poderia ser diferente
Pois, se Deus é Pai de todas as gentes,
De toda a humanidade.
É curial Sua eternidade.
Graças a sua Infinita Bondade
Cada filho Seu há de ser um irmão de luz
Do Seu Amado Filho Jesus.

Provando para toda humanidade
Toda sua divina verdade:
Somos todos filhos de Deus e irmãos,
Portanto, deveríamos viver em união
Em paz, amor e harmonia
Até o final de nossos dias
Sob o manto protetor de Nossa Mãe Maria!
Ave Maria!

Joilson Fernandes de Gouveia