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d'artagnan juris

Ano III - Nº 28 janeiro 2002.

MACEIÓ-ALagoas 
BRASIL

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OPINIÃO - D'Artagnan Juris - (JFG)

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SEMELHANÇA (GREVE NA PMAL)

Autor: JOILSON FERNANDES DE GOUVEIA

 

1. Na qualidade de servidor público militar estadual e no exercício de seu inalienável direito de manifestação do pensamento, reporto-me ao caro editor para tecer alguns comentários ao editorial deste matutino sob o título "Semelhanças e diferenças", publicado em "O Jornal", edição de 22.07.99., para, sem diatribes ou meros estutilóquios, trazer à baila algumas considerações e verdades irretorquíveis sobre o affair, a saber:

  1. aprioristicamente, esse "movimento" não reflete o pensamento geral da Corporação, posto que encetado pelos apaniguados do desgoverno derrotado, mormente porque tentado e conduzido por oficiais que sequer teriam sido guindados ao último posto da PMAL, se não fossem os desmandos, o arbítrio e o descumprimento aos ditames legais havidos, pois que, no ocaso daquele, estes apaniguados receberam a dádiva das muletas ilegais e foram promovidos ao arrepio da lei de promoções;

  2. ademais, no atual movimento, estes pseudos paladinos defensores da legalidade, interesses e direitos dos integrantes da Corporação padecem de espeque legal, idoneidade, legitimidade e representatividade para tal fim. De lembrar que, no movimento anterior, onde amargávamos não três ou quatros meses de atraso salarial, mas sim nove a dez meses de não-pagamento, que culminou no heróico e histórico 17 de julho de 1997, estes mesmos nunca participaram de uma reunião sequer, posto que estavam, todos eles, incrustados nos porões das "quatro mãos". Eram as luvas destas. Esta é uma substancial diferença!;

  3. demais disso, outra diferença de fundamental importância é que esta suspensão do pagamento decorreu, única e exclusivamente, por conseqüência da impensada, oportunista e descabida ação mandamental urdida por uma entidade que não reflete os interesses gerais da corporação, porquanto desprovida de supedâneo legal para postular mandamus coletivo em defesa dos integrantes da PMAL, bem como também dos seus próprios associados, mormente coletivamente, haja vista que nem todos seus associados foram signatários, sequer houve assembléia geral para este fim e uma imensa parte discordar dessa ação impetrada por essa entidade social;

  4. ora, se não fora a falaz e coonestada "ação em defesa de seus salários", não teria havido atraso e menos ainda a suspensão destes, haja vista que todos receberiam seus salários em dia, mas com uma suportável, razoável e justificada redução de parte destes, com o aval de recebê-los de forma integral em setembro vindouro, sendo bastante estarem imbuídos do espírito solidário, cooperação e colaboração, na tentativa de tirar o Estado de Alagoas do lodaçal em que o puseram as "quatro mãos", com a conivência, anuência e o conluio destes mesmos, que hoje se esperneiam e conclamam respeito aos seus direitos. Seria hilário se não fosse cômico!;

  5. de mais a mais, esses pretensos e insatisfeitos líderes, que hoje protestam contra a medida governamental de redução de parte de salários acima de R$ 1.000,00 até R$ 5.500,00, representam uma ínfima minoria que tenta induzir seus subordinados e sociedade em geral ao caos, para tentar desestabilizar o atual governo. É preciso que a sociedade saiba quem são eles, mais ainda, é necessário que os princípios legais, disciplinares e hierárquicos sejam respeitados pela Instituição. É de se indagar: onde estavam esses mesmos "defensores" durante todo o movimento e luta histórica de 15 e 17.07.97.? Nós sabemos onde eles estavam: no interior do Palácio, como luvas das quatro mãos! Eis uma verdade historicamente imutável!;

2. Destarte, antes de tudo, é preciso lúcida sensatez, memória histórica, inteligência profissional, coerência moral, conduta ilibada, idoneidade castrense e desapego venal, para não se deixar levar por esses falsos líderes e pseudos chefes de retórica falaz, ora travestidos de paladinos da moralidade e escamoteados defensores dos legítimos direitos e interesses dos integrantes da Corporação.

3. Finalmente prezado editor, espero que seja publicada esta, para acentuar ainda mais as diferenças entre aquele movimento histórico e o coonestado, sórdido e caviloso movimento atual, e, principalmente, de esclarecer à sociedade sobre a real verdade.