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d'artagnan juris

Ano III - Nº 28 janeiro 2002.

MACEIÓ-ALagoas 
BRASIL

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OPINIÃO - D'Artagnan Juris - (JFG)

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GREVE DA POLÍCIA CIVIL DURANTE O CARNAVAL

Autor: JOILSON FERNANDES DE GOUVEIA*

 

Senhor Editor, parabéns!

Como soe acontecer com O Jornal, mais uma vez esse matutino, com o devido respeito, justo equilíbrio e com a responsabilidade séria de um órgão formador da opinião pública, e, principalmente, com isenção imparcial de ânimos, traz em seu editorial, uma perfeita análise crítica sobre o movimento grevista de alguns integrantes e uma ínfima parte dos policias civis. Perfeita análise. Meus Parabéns!

Essa descabida, inoportuna e imprópria greve, reflete o despreparo profissional, enquanto policiais, e mais ainda enquanto sindicato, porquanto fundada numa reivindicação pífia, inane e inóxia, que nada de positivo traz para a categoria, como muito bem disse o editorial: "A greve convocada pelo Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas tem as características de um movimento vazio de objetivos, imaturo e provocador. Anunciar uma greve na área de Segurança Pública, na véspera do carnaval, é apostar no medo. É intimidar a população."(sic.) É uma tentativa sórdida de ameaçar à sociedade nunca de pressionar qualquer governo.

É preciso dar um basta nessa inopinada, mesquinha e ignóbil tentativa de criar uma situação de terror, sempre conduzida por um minoria irrisória da categoria, que sequer têm o apoio da maioria dos policiais civis sérios e responsáveis. Até quando esses policiais sérios se deixarão levar por essa meia dúzia de integrantes do sindicalismo sem objetivos e sem resultados, que só tem acumulado a antipatia e o descrédito da sociedade?

Os policiais civis sérios, responsáveis e dedicados aos bons serviços de bem servir à população, posto que são servidores públicos e, como tal, têm o dever de servir ao povo, estar com o povo e trabalhar pela segurança do povo, nunca tentar lhes impor o terror, bem por isso precisam assumir o comando desse sindicato, que só tem servido para desvirtuar os seus reais propósitos e aparecer, negativamente, na mídia.

Nenhum líder tem o direito de sacrificar seus liderados e conduzi-los ao descrédito perante o povo e também da categoria que representa, posto que, se nos antolha, ser seu propósito único e mesquinho senão o de lograr êxito como edil.

Sindicato não é escada e menos ainda trampolim; já está na hora de os verdadeiros policiais civis reassumirem o comando da categoria, sob pena de ocorrer uma catástrofe à categoria, como ocorreu no Amazonas, quando Amazonino Mendes acabou com a Polícia Civil que não se prestava ao seu fim.

Ademais, de lembrar ainda que, é direito de cada um aderir ao movimento e cruzar os braços, mas também é assegurado o direito de trabalhar a todo aquele que não quis aderir à paralisação. Portanto, deve-se respeitar o livre arbítrio dos que querem permanecer trabalhando sob pena de abuso de poder e despenhar para a ilegalidade do movimento reivindicatório: auferir os 16% de salários atrasados e o 13.º de 1999. Como se apenas eles tivessem deixado de receber tal e tais direitos! Quanta insensatez, ou seria asneira!?

 

Assim, senhor editor, aceite os meus sinceros parabéns pelo brilhante editorial!

*Texto publicado na íntegra em O Jornal, edição de 09 de março de 2000 – seção cartas do Leitor